EUA oficializam saída da OMS sob governo Trump
Os Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, deixaram oficialmente a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta‑feira (22), consolidando uma decisão que já vinha sendo sinalizada desde o ano passado. Embora a formalização tenha ocorrido nesta semana, o movimento não surpreendeu observadores internacionais e especialistas em relações diplomáticas.
Em 2025, Trump já havia comunicado publicamente sua intenção de retirar o país da OMS, alegando divergências com a condução da entidade em temas de saúde global. De acordo com a legislação norte‑americana, a saída de organismos internacionais exige aviso prévio de um ano, além da quitação de todas as taxas e contribuições pendentes — requisitos que foram cumpridos antes da oficialização.
A decisão marca um novo capítulo na política externa dos Estados Unidos e reacende debates sobre o impacto da ausência do país em organismos multilaterais de saúde, especialmente em um cenário global que ainda demanda cooperação científica e coordenação internacional.
Analistas apontam que a saída pode gerar repercussões tanto para a OMS quanto para a diplomacia norte‑americana, que passa a adotar uma postura mais isolacionista em temas estratégicos. A medida também deve influenciar discussões internas sobre o papel dos EUA em acordos e instituições globais.
-(1)-(1).gif)