CMPI termina em confusão após aprovação de quebra de sigilo de Lulinha
A sessão desta quinta-feira (26) da Comissão Mista de Inquérito (CMPI) que apura as fraudes no INSS terminou em uma briga generalizada entre parlamentares. A confusão começou logo após a aprovação da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Lulinha passou a ser considerado pessoa de interesse pela comissão devido à sua suposta relação com Alexsandro de Souza, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como o principal suspeito de comandar o esquema de fraudes. A decisão de incluir o nome do filho do presidente na investigação elevou a tensão entre os membros da CMPI, resultando em troca de acusações, gritos e empurrões.
Parlamentares da base governista classificaram a medida como politização da investigação, enquanto oposicionistas defenderam que a quebra de sigilo é necessária para esclarecer possíveis conexões financeiras. A mesa diretora precisou suspender a sessão diante do tumulto.
A CMPI deve retomar os trabalhos nos próximos dias, com novos depoimentos e análise de documentos que possam aprofundar o entendimento sobre o esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social.
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