Freira assassinada no Paraná também foi vítima de violência sexual, aponta laudo da Polícia Civil
A Polícia Civil do Paraná confirmou que a freira Nádia Gavanski, 82 anos, morta no último sábado (21) após a invasão do convento da Congregação das Irmãs Servas de Maria Imaculada, em Ivaí, também foi vítima de violência sexual. O laudo pericial revelou que, além da morte por asfixia, a religiosa sofreu agressões graves que caracterizam estupro.
Segundo as autoridades, o ataque ocorreu quando um homem invadiu o convento durante a madrugada, surpreendendo as irmãs que residiam no local. A perícia apontou lesões compatíveis com violência extrema, reforçando a brutalidade do crime e ampliando a gravidade da investigação.
A confirmação do estupro intensificou a mobilização das forças de segurança, que seguem em busca de esclarecer a motivação do ataque e identificar possíveis conexões do suspeito com outros crimes na região. A Polícia Civil informou que novas diligências estão em andamento e que o caso é tratado como prioridade absoluta.
A morte da freira, conhecida por sua atuação comunitária e dedicação religiosa, gerou forte comoção entre moradores de Ivaí e integrantes da congregação. A comunidade local tem prestado homenagens e cobrado respostas rápidas das autoridades.
O Ministério Público acompanha o caso, e a expectativa é de que novas informações sejam divulgadas conforme o avanço das investigações.
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