Dino cita movimentação financeira, conversas no WhatsApp e saques fracionados como ‘indícios robustos’ de desvios em gabinetes de Sóstenes e Jordy
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, destacou nesta semana a existência de “indícios robustos” de uma organização criminosa voltada ao desvio de recursos públicos. Segundo o magistrado, os elementos levantados indicam irregularidades relacionadas à cota parlamentar dos deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do PL do Rio de Janeiro.
Dino elencou cinco pontos principais que sustentam a investigação, reforçando a gravidade das suspeitas e a necessidade de aprofundamento das apurações. O caso, que envolve diretamente parlamentares em exercício, pode ter impacto significativo no cenário político e jurídico, ampliando o debate sobre transparência e responsabilidade na utilização de verbas públicas.
A manifestação do ministro evidencia a postura do STF em combater práticas ilícitas e preservar a integridade institucional, além de sinalizar possíveis desdobramentos que podem atingir não apenas os investigados, mas também o funcionamento da própria Câmara dos Deputados.
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